sexta-feira, 7 de março de 2014

Usabilidade: Como não assustar pessoas

Diversas empresas de informática, de comércio eletrônico, de aviação, entre outras, precisam de sistemas robustos e eficientes para garantir o bom desempenho de seus serviços. Para isso, eles contratam competentes programadores e engenheiros da computação, que tentam evitar falhas e manter uma boa eficiência nas operações. Todavia, um aspecto muito importante do projeto é deixado de lado por boa parte das empresas, a usabilidade. Ela pode ser definida com o grau de facilidade da experiência do humano com a máquina. Sem uma usabilidade adequada é muito provável que o usuário tenha grandes frustrações na navegação, fazendo com que se irrite e muitas vezes deixem de realizar uma compra ou usar o serviço oferecido pelo site. O grande erro dos que se frustam ao navegar pela web por conta da usabilidade, é pensar que a culpa é sua e que ele é incapaz. Não é. A culpa é inteiramente da empresa que projetou o sistema. Faltaram testes, com humanos de verdade, para descobrir a melhor forma de navegar. Mesmo que se gaste mais com a personalização da navegação. O sistema planejado deve está pronto para ser usado por um ser humano, seja uma criança de 10 anos ou um senhor de 90. Isso não é tão difícil de ser conseguido e não é despesa, é investimento, pois uma navegação simples e eficiente garante a satisfação do usuário, aumentando a probabilidade de fidelização com a companhia. Para isso, basta que as empresas invistam mais em testes, vá mais vezes aos laboratórios e observem o comportamento das pessoas, para que tenhamos interfaces mais humanas e inteligentes.

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