Hipólito Pires, CEO do grupo Hipogest, afirmava cautelosamente ao Diário Económico que "...ainda é cedo demais para avaliar, mas passar com apenas três anos de curso universitário para as empresas, com certeza gera casos de pessoas mal preparadas e pouco maduras"
Acrescentava ainda que "ou fazem a licenciatura e depois um mestrado, e ficam numa situação de equivalência de preparação e de maturidade, ou a boa formação está realmente em causa... há um diferença significativa entre as pessoas com 21 anos e 23 anos".
Subsistem ainda dúvida em relação na cabeça dos gestores se os seus sentimentos resultam da formação de acordo com o modelo de Bolonha ou devido ao facto de se tratar de um período de transição, mas a primeira impressão normalmente é a que fica.
"Mestrar" ou "Não Mestrar", haverá realmente opção?
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