sábado, 7 de fevereiro de 2009

Panrico amplia portfólio de produtos

A Panrico irá destinar oito milhões de euros para ampliação do seu portfólio de produtos com o lançamento da marca “eS!99″, um marca de biscoitos com cacao e morango, baixo em calorias, com a qual pretende entrar no mercado de snacks saudáveis.

Com este lançamento, a companhia dá mais um passo na sua aposta na inovação na alimentação saudável. O director de I&D da Panrico, Carlos Nin, explicou ao Europa Press que se trata de um “produto único” no mercado das bolachas, tratando-se do primeiro produtos de pastelaria baixo em gorduras (3%) e gorduras saturadas (1%) e que se produz com um método exclusivo de cozedura da companhia, a menos de 100 graus centígrados.

De referir que a Panrico, propriedade da Apax Partners, possui 12 fábricas em Espanha e Portugal, detendo mais de 6.000 funcionários e um volume de negócios de cerca de 600 milhões de euros, em 2007. No ano passado, a Panrico entrou no mercado das bolachas em Espanha, através da aquisição da Artiach e marcas como Chiquilin, Marbu Dorada, Artinata e Filipinos, entre outras.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Valerá a pena publicitar descontos?

Recentemente surgiu-me uma dúvida relacionada com os descontos, e e venho por este meio apelar à comunidade Bimarketing:
Imaginem uma campanha a operar num segmento de mercado X através do envio de Cartas. Qual seria mais eficaz, enviar informações dos produtos Y (características, preços, etc) ou um cupão anunciando um desconto?

Será que os cupões de desconto ainda são uma ferramenta eficaz? No Macdonald's funcionam bem, mas funcionarão da mesma maneira para produtos de elevado valor? Será que a mentalidade do consumidor mudou e vê o desconto como publicidade enganosa?

M

A união...

Um total de 80 cooperativas sediadas em várias cidades espanholas, Jaén, Córdoba, Málaga e Castilha La Mancha, decidiram concentrar a produção de azeite virgem a granel, cerca de 160 mil toneladas, para comercializar a mercadoria através de um único grupo.

A medida já está em curso e foi a fórmula encontrada para agir urgentemente, mas os responsáveis não descartam a hipótese de levar a cabo novas transformações, como convidar novas cooperativas para o projecto.

Quando é que as empresas portuguesas aprendem?

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Em tempos de Crise....

Procter&Gamble Co. (P&G) anunciou uma subida de 53% nos lucros líquidos do quarto trimestre, o segundo trimestre fiscal para a empresa, apontando os ganhos com a venda da marca de café Folger, em Novembro de 2008, como responsáveis por estes resultados.

A companhia norte-americana divulgou, no entanto, uma queda nas vendas do período e reduziu a projecção para este ano.

Segundo o presidente-executivo, A.G. Lafley, o último trimestre foi “especialmente desafiador” e “o ambiente continuará difícil e muito volátil, pelo menos no curto prazo”.

A P&G espera que as vendas orgânicas, que excluem aquisições, alienação de bens e flutuações cambiais, cresçam 2 a 5% no ano, depois das primeiras previsões apontarem para um aumento entre os 4 e 6%.

No trimestre (terminado a 31 de Dezembro), a P&G obteve lucros líquidos de 5 mil milhões de dólares (cerca de 3,8 mil milhões de euros), face aos 3,27 mil milhões em período homólogo.

As vendas líquidas da P&G caíram 3,2%, para 20,37 mil milhões de dólares, uma vez que os resultados do fabricante das fraldas Pampers e das baterias Duracell, entre outros produtos, foram prejudicados pela valorização do dólar.

As vendas foram mais fortes no segmento de bebés e família e no grupo de petiscos e nutrição animal, enquanto nas categorias beleza e cuidados com o lar caíram 4% cada.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Centros Comerciais à Beira da Maturidade

O mercado de retalho nacional tem registado um forte crescimento desde o início da década, com a duplicação da oferta comercial existente ao longo deste período. Actualmente, e de acordo com o último MarketView da CB Richard Ellis, “o segmento dos centros comerciais encontra-se numa fase de maturidade.

As localidades do País com melhores indicadores populacionais e de poder de compra dispõem já, ou têm projectado, pelo menos, um centro comercial moderno, sendo que em determinadas situações já se verifica, inclusive, uma saturação do mercado.

O relatório avança que o atingir da maturidade neste formato tem exigido por parte dos promotores constantes adaptações às novas exigências do mercado, nomeadamente com o desenvolvimento de projectos de menor dimensão em cidades secundárias, com a remodelação e reposicionamento de centros comerciais existentes e com uma crescente diversificação dos conceitos de retalho oferecidos.

A retracção do consumo e o aumento das restrições ao financiamento bancário derivado da crise financeira internacional obrigam os promotores e operadores a acautelar os seus investimentos e planos de expansão, contribuindo assim para travar e equilibrar um mercado onde claramente o desenvolvimento da oferta estava a exceder a evolução da procura.

As últimas projecções para 2009 apontam para um ambiente de recessão em Portugal, com uma contracção do PIB em 0,8%. A quebra da procura externa, assim como as incertezas decorrentes da actual conjuntura económica deverão perdurar no futuro próximo, com um crescente adiamento de decisões de consumo, investimento e a continuação do decréscimo das exportações.

É de notar ainda que:

  1. O volume de negócios do comércio a retalho registou uma ligeira recuperação em 2008, tendo como principal causa a redução da taxa normal do IVA.
  2. O índice de confiança dos consumidores tem vindo a manter uma tendência decrescente desde meados de 2006, a qual se agravou recentemente, em resultado das perspectivas sobre a evolução do desemprego, continuando bem abaixo do verificado para a Zona Euro.
  3. O índice de confiança do comércio a retalho tem vindo a decrescer desde 2007, atingindo em Dezembro de 2008 máximos negativos, acentuando ainda mais o fosso em relação à Zona Euro.

Em termos de oferta, ao longo de 2008 verificou-se a abertura de 11 unidades comerciais (centros comerciais e retail parks), cerca de 256.000 m2. Relativamente a 2007, registou-se assim um acréscimo na ordem dos 2%, verificando-se, no entanto, um abrandamento do ritmo de crescimento do volume de área inaugurada tendo em conta os dois últimos anos.

Tudo indica que 2010 poderá reflectir já uma desaceleração do segmento de retalho, com uma quebra de 8% tendo em conta o acréscimo de nova área comercial previsto para 2009″.

De acordo com a Direcção Geral das Actividades Económicas, em 2008 foram atribuídas licenças comerciais a 35 conjuntos comerciais. No entanto, apenas 18% iniciaram construção ao longo do ano passado, o que poderá indiciar já o adiamento da promoção de alguns empreendimentos de retalho.

A oferta total de centros comerciais ascendeu no final de 2008 aos 2,4 milhões de m2, com a conclusão de 6 empreendimentos, um total de 205.250 m2. Tendo em conta o volume global de área inaugurada em 2007, registou-se assim um crescimento de cerca de 9%, impulsionado, sobretudo, pela abertura de dois grandes centros comerciais regionais, o Palácio do Gelo e o Mar Shopping, que, em conjunto, representaram mais de metade do espaço comercial inaugurado em 2008.

Para 2009 está prevista a conclusão de outros 7 complexos comerciais deste formato, com um total a rondar os 314.150 m2 e um aumento significativo do volume de área de comércio concluída relativamente a 2008, à volta de 53%.

De entre as aberturas previstas para este ano de destacar a inauguração do maior centro comercial da Península Ibérica, o Dolce Vita Tejo, em Lisboa, com aproximadamente 122.000 m2; assim como do Dolce Vita Braga, com cerca de 75.000 m2.

No que toca aos retail parks, o conceito registou uma ligeira quebra na colocação de produto novo em 2008, com a conclusão de 5 complexos deste tipo, num total de 51.000 m2 (um decréscimo de 20% relativamente a 2007).

À excepção do Retail Park de Santarém, todos os restantes retail parks concluídos são de pequena dimensão. Sendo assim, o stock total deste tipo de formato ascendeu aos 340.000 m2 no final do período em análise.

Já em relação ao comércio de rua em Portugal, a oferta continua a evidenciar uma significativa escassez de espaços de qualidade e que se coadunem com os actuais requisitos da procura, principalmente em localizações prime.

O MarketView conclui que “é notória a falta de políticas concertadas de revitalização do comércio de rua, sendo que marcas de prestígio internacional convivem com pequenos retalhistas instalados em unidades comerciais mais degradadas”.

As principais zonas de comércio de rua em Lisboa continuam a ser a Av. da Liberdade e o Chiado, sendo que esta última tem vindo a expandir a sua oferta para além da emblemática Rua Garret, com a abertura de várias lojas em ruas adjacentes. A Av. Guerra Junqueiro continua a apresentar uma boa oferta comercial, assim como a Rua Castilho. No Porto, a zona prime continua a ser a Rua de Santa Catarina.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Novidades Calvé

Calvé lançou recentemente três molhos novos que compõem a nova gama Calvé Molhos para Carne e Peixe: Chili, Caril e Oriental.

Com uma imagem totalmente renovada - mais jovem, natural e atraente -, “a nova gama Calvé traz um novo mundo de sabores e sensações”. A marca apresenta as variedades Chilli, que combina pimentão e tomate num suave molho picante, Caril, que propõe o sabor singular do caril com leves notas de ananás e o quente e exótico Calvé Oriental.

Composta por sete variedades, que inclui ainda Whisky Cocktail, Alho, Pimenta Verde e Barbecue, a gama de molhos Calvé, verdadeira paleta de cores e sabores, permite dar um toque especial a qualquer prato, do mais simples ao mais sofisticado!

Com este lançamento, Calvé marca a comunicação da nova imagem, mais moderna e actual, que reflecte a frescura e a naturalidade dos ingredientes utilizados na confecção dos seus produtos.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Marketing Sensorial dá mote à Alimentaria 2009


Sensibilizar as empresas para a importância do marketing sensorial e da experiência em torno do sabor é o mote para a mais recente parceria efectuada entre o “Sabor do Ano” e a “Alimentaria Lisboa 09″ para promoção da iniciativa “Sabor à Prova” que se realizará em Abril no Salão Internacional de Alimentação e Bebidas.

A Tryp Network possui o direito de promoção, para o mercado português e espanhol, do Selo de Qualidade “Sabor do Ano”, cujo objectivo é distinguir e valorizar, no mercado nacional, os produtos com a melhor qualidade gustativa. Tendo em conta a forte participação de empresas nacionais e espanholas neste certame, ambas as partes decidiram colaborar no sentido da promoção do Sabor, enquanto vertente competitiva no sector agro-alimentar e benefício primeiro reconhecido pelos consumidores.

Nasceu o “Sabor à Prova” iniciativa que pretende a criação de uma dinâmica que permita aos expositores da “Alimentaria Lisboa 09″ perceber as mais-valias da análise sensorial, conducente ao Marketing Sensorial.

O “Sabor à Prova” consiste na criação de um desafio colocado aos expositores da “Alimentaria Lisboa 09″, em que se evita qualquer avaliação baseada em conceitos/apreciações prévias, provocando a concentração apenas no factor Sabor, num momento único de dedicação dos sentidos ao apuramento do melhor sabor;

Através da reprodução de ambiente de Laboratório no stand confinado ao “Sabor do Ano”, as partes, com envolvimento da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica e o Instituto Superior de Agronomia propõe-se avaliar os produtos inscritos, sob o modelo cientifico de avaliação praticado por estes laboratórios, sensibilizando a Industria Agro-Alimentar para a emergência de duas realidades emergentes: o Marketing Sensorial e a importância do sabor para os consumidores.

Para tal, todas as empresas agro-alimentares expositoras podem inscrever espontânea e gratuitamente os seus produtos, nesta iniciativa, vendo os mesmos confrontados com uma avaliação por parte dos consumidores que visitem o stand do “Sabor do Ano”, um espaço de 72m2 que será preparado para o efeito, através de provas cegas realizadas sob coordenação de laboratórios de análise sensorial.

O objectivo final é dar a conhecer um Top de produtos Mais Saborosos de Portugal e Espanha, apresentado sob a forma de ranking organizado por Notas Gustativas, contudo sem que se promova qualquer referência negativa aos produtos, na medida em que serão disponibilizados relatórios confidenciais a cada empresa participante.


A Alimentaria decorrerá de 19 a 22 de Abril de 2009 na Feira Internacional de Lisboa (FIL)

Mais informações sobre a Alimentaria 2009 Aqui.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

L'Orél com eye tracking


L´Oréal apresenta um novo método cientifico para medir a atracção real do olhar e provar o impacto emocional da Máscara Extra-Volume Collagene: o eye tracking - que mede o foco, número e duração das fixações oculares para compreender o que chama a atenção.

A nova escova, duas vezes maior que uma escova clássica, capta a quantidade óptima de produto nos seus filamentos suaves e envolve cada pestana, numa única passagem, sem excessos. Os seus filamentos longos, tufados e mais abertos, captam a quantidade ideal de máscara, para depositor sobre as pestanas. 


No volume interior, as pestanas são envolvidas com Hydra-Collagene, complexo utilizado pelas suas propriedades criadoras de volume, tornando-se instantemente mais volumosas. No volume exterior, uma associação patenteada de ceras estruturantes ultra volumadoras e de ceras suaves proporcionam um envolvimento ideal da pestana, revelando um volume instantâneo.

Na verdade o método não tem nada de novos, pois já era à muito usado noutras áreas, a inovação será a sua aplicação na área da cosmética ocular. Vamos ver se os homens resistem aos novos "olhares cientificamente fatais".