Segundo Nuno Pinto Magalhães, assessor do conselho de administração, afirma que "É uma questão de jurisprudência e de prevenir o futuro...Se a questão não ficar definitivamente esclarecida, afinal que direitos têm os patrocinadores?".
A queixa da Central de Cervejas contra a Unicer foi apresentada a 12 de Junho, tendo a empresa liderada por Alberto da Ponte considerado que a última praticou marketing de emboscada numa campanha publicitária que congratulava Portugal pela participação no Euro 2008, com o nome «Força Portugal».
Na sua deliberação, o ICAP disse haver uma «tendência crescente nos últimos anos para os anunciantes em se associarem de formas mais ou menos directas» a eventos desportivos internacionais, «esperando daí retirar benefícios sem os custos de investimento que o patrocínio oficial pode implicar».
Ainda segundo o ICAP, «os patrocinadores poderão fazer uso, se assim o entenderem, dos direitos que pretendam fazer valer junto dos tribunais, fora do domínio da ética publicitária». Um conselho seguido, de resto, pela Central de Cervejas.
O ICAP questiona também até que ponto vai «a protecção dos legítimos interesses dos patrocinadores oficiais, ao ponto de incluir, durante o período em que tal evento internacional decorre, uma apropriação privativa» de símbolos nacionais como «o hino, a bandeira nacional ou as suas cores».





